Respostas, sempre provisórias, para as questões:
_Por que desejo ser professora? Como quero ser? O que quero evitar fazer como professora?
Respondo retomando perguntas presentes no texto História pessoal e política social em estudos curriculares, de Ivor Goodson: "Mas como o estilo de vida pessoal e a pedagogia interagem? Até que ponto a pessoa influencia o papel de professor?" E devo que responder que totalmente, espero. No trabalho com arte, nunca o lado pessoal é renegado. Em nenhum momento o indivíduo se esconde, por completo, atrás de outro papel. Mesmo no teatro, quando o ator (criador) interpreta é a sua visão sobre determinado personagem que ele expõe. E assim, na sala de aula, o trabalho do professor se baseia na busca do conhecimento e questionamento, por ele e pelos alunos, sobre as questões do mundo. As interpretações/conhecimentos/ construções devem ser buscadas, construídas, dialogadas, criticadas (sim, a crítica faz parte da formação... só depende da sua forma), reformadas, enfim...com a ajuda/direção/atuação do professor.
Oi Ariane! Legal teu post, me identifico com teus pensamentos. Beijos!
ResponderExcluirMagda
Oi Ariane,
ResponderExcluirótima questão. Lendo o texto também me questionei sobre as "máscaras" que muitas vezes já estão prontas e que servem para reproduzir/consolidar uma maneira correta, um modelo de profissional que deve ser seguido. Mas e a pessoa? E suas experiências? As relações que se estabelecem entre pessoas diversas e em realidades únicas. Esses fatores têm espaço no currículo escolar/acadêmico? Existe uma fórmula rígida que deve ser seguida e que contempla todas essas necessidades tão variadas? E para ti, como aluna (e se já teve alguma experiência com a docência)esses fatores levam em conta aquilo que é relevante para ti e para teus colegas? Muitas questões...
Aguardamos novas postagens tuas.
Abraços, Anelise.
Oi Ariane,
ResponderExcluirpassei por aqui e reforço os comentários sobre a qualidade do teu questionamento. Mas, confesso que fiquei curiosa para saber o teu posicionamento a partir da pergunta deixada pela Anelise. Voltarei em breve para acompanhar a continuidade da tua reflexão!
Um carinhoso abraço,